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Como as feiras de negócios podem auxiliar os empresários em momentos de retração da economia?

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A diretora da Pires e Associados Anita Pires foi convidada e publicou artigo na Revista 21, da Associação Comercial e Industrial de Joinville. O tema proposto para a seção Contraponto foi “Como as feiras de negócios podem auxiliar os empresários em momentos de retração da economia?”. Confira abaixo o artigo e nesta link a edição completa da Revista 21 - nº 20 (julho/agosto 2015).

Unindo comprador e vendedor

As Feiras de negócios são excelentes ferramentas de marketing, vendas e atualização com as tendências de mercado. Segundo a União Brasileira dos Promotores de Feiras (UBRAFE), em 2014 o setor gerou impacto econômico de R$ 16,3 bilhões e reuniu cerca de 818 milhões de visitantes.

Para os expositores, são uma oportunidade de estar na vitrine, anunciando inovações, realizando demonstração de produtos e promovendo experiências com suas marcas. Facilitando a realização de negócios no ato, parcerias e permitem conhecer melhor os potenciais compradores e suas demandas. Sem falar na visibilidade para a mídia.

Para os visitantes, as feiras de negócios proporcionam a busca por novos produtos, oportunidades comerciais (locais ou internacionais) e benchmarking de modo prático e interativo. Face a face. As feiras são meios clássicos de unir quem compra com quem vende.

Atualmente, paralelo às grandes feiras de negócios costumam ser realizados congressos e convenções, atraindo público e realizando discussões técnicas e científicas que promovem a inovação, a criatividade, novos produtos e serviços além de novas formas de avaliar a gestão e as relações de trabalho.

Mas as Feiras, congressos e convenções são ainda muito mais. O setor de eventos como um todo já representa 4,3% do PIB nacional, conforme o II Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil (2013), realizada pela Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC Brasil em parceria com o SEBRAE.

Do total de cerca de 590 mil eventos realizados por ano no Brasil, 18% são Feiras. Na região Sul este percentual sobre para 22%. Para as empresas organizadoras de eventos, que faturaram R$ 72,2 bilhões em 2013, as feiras representam 58% dos eventos realizados. Estas organizadoras geram 5,48 milhões de empregos diretos, indiretos e terceirizados, segundo o II Dimensionamento.

As Feiras são tão boas aliadas para ativar a economia que existe um esforço enorme para captação e geração deste tipo de evento, reforçando a importância do marketing de destinos e de estratégias assertivas para captação de eventos.

O turismo e os eventos de negócios são o caminho de muitos países para enfrentar crises e promover o desenvolvimento de suas comunidades, gerando tributos, receita e postos de trabalho.