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Apresentação 2017

APRESENTAÇÃO DO CONGRESSO

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OBJETIVO DO EVENTO

Problematizar o fenômeno contemporâneo da medicalização da existência, através de uma perspectiva multidisciplinar, favorecendo um ambiente de trocas de saberes e de experiências sobre o tema.

JUSTIFICATIVA

Esse Congresso justifica-se por fomentar a discussão sobre um tema abrangente e emergente: a medicalização da existência e as práticas de si; ao mesmo tempo em que estimula novas pesquisas e maior aprofundamento na questão. Compreendemos que a medicalização do corpo na maioria das vezes é necessária, mas que a medicalização da existência, não. A pessoa adoecida precisa ser medicada, não cabendo, aqui, crítica ao diagnóstico e ao tratamento medicamentoso, mas sim à sua exacerbação: a patologização generalizada do ente humano, no sentido de encurtar seus horizontes existenciais através de diagnósticos que apenas patologizam as variações de intensidade, próprias das singularidades humanas, caracterizadas por seus múltiplos modos de ser e de existir no mundo da vida. Desse modo, o evento pretende construir um espaço acadêmico-científico com o propósito de fomentar em estudantes e profissionais das ciências humanas, sociais e da saúde a necessidade de pesquisas prospectivas ao evento, que favoreçam a ampliação do horizonte compreensivo sobre a temática do Congresso.

NATUREZA DO PROJETO

Evento científico de alcance nacional, que visa fomentar nos profissionais e discentes das ciências humanas, sociais e da saúde (Psicologia, Filosofia, Sociologia, Medicina, Fisioterapia, Enfermagem, Nutrição, Fonoaudiologia e Farmácia, dentre outras) a necessidade de articular as interfaces dessas áreas, compondo com o pensamento das práticas psicoterápicas os diversos modos de compreensão do ente humano, particularmente, a patologização da vida e a medicalização da existência. O Congresso aborda uma temática emergente que reivindica novos estudos e discussões que propiciem maior visibilidade dos objetivos e das consequências do tratamento medicamentoso no sentido de distinguir aqueles que comprometem a existência das pessoas, tornando pessoas encapsuladas pelos fármacos, daqueles medicamentos que efetivamente contribuem para a melhora da qualidade de vida das pessoas, além de lhes proporcionar uma sobrevida maior, melhor e mais digna.