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Reitor do IEMA, Jhonatan Almada é o novo membro da Academia Caxiense de Letras

Maranhão 21/08/2019 às 20:19

O aniversário de 32 anos de fundação da Academia Caxiense de Letras (ACL) foi marcado por uma séria de atividades, entre as quais a posse de dois novos imortais: Jhonatan Almada, que, atualmente, exerce a função de reitor do Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), e Tita Rêgo Silva, escritora e artista que reside na Alemanha.


Solenidade de posse de Jhonatan Almada e Tita Rêgo Silva na Academia Caxiense de Letras (Foto: Divulgação)

A solenidade aconteceu dia 17 deste mês, no Auditório Acadêmico Libânio da Costa Lobo. Além de amigos e familiares dos imortais, o evento reuniu autoridades políticas e confreiras e confrades da Casa de Coelho Neto. Saudado por Raimundo Palhano, Jhonatan Almada tomou posse na cadeira de número 21, patroneada por Teófilo Dias de Mesquita.

Atualmente Jhonatan Almada faz parte do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão e do Instituto Histórico e Geográfico de Caxias. A cadeira 21 é patroneada por Teófilo Dias de Mesquita e foi ocupada pelo reverendo Silas Marques Serra, falecido aos 92 anos, com importantes serviços prestados à Igreja Presbiteriana e à educação de Caxias, onde morou por 47 anos.

Em sua saudação de recepção ao novo acadêmico caxiense, Raimundo Palhano dedicou sua homenagem às senhoras Benedita e Tânia Almada, avó e mãe do acadêmico homenageado.

Raimundo Palhano recordou que conhece o professor e educador Jhonatan Almada desde os tempos em que Almada era estudante na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Lembrou que, do início dos anos 2000, o novo acadêmico frequentou o curso inaugural de Formação Política da Escola de Formação de Governantes. Na época, Raimundo Palhano era um dos diretores da instituição, que é vinculada à Rede Brasileira de Formação de Governantes, organizada pela Escola de Governo da USP e dirigida pelo jurista brasileiro Fábio Konder Comparato.

“Duas outras qualidades incomuns do professor Almada que se sobressaem são sua condição de produtor intelectual fecundo e original e sua condição de vocacionado para o universo editorial. A obra autoral de Almada é vasta e diversificada reunindo dezenas de livros, publicações, ensaios e colunas, levando-o à condição de um dos mais lidos interpretes da realidade social e educacional do Maranhão e do país”, disse Raimundo Palhano.

Jhonatan Almada agradeceu aos confrades e confreiras por terem escolhido a ele para ocupara a cadeira patroneada por Teófilo Dias e abraçou os membros da academia na pessoa de Renato Menezes, Wibson Carvalho, Raimundo Palhano e do convidado especial João Batista Ericeira, que é presidente da Academia Maranhense de Letras Jurídicas.

“É uma alegria grande tomar posse nessa academia porque, aqui em Caxias, estão os meus afetos, meus elos, a minha família. Estou em casa, pois ninguém se demite do seu próprio passado”, afirmou o novo acadêmico, que dividiu o seu discurso de posse em três momentos: sobre o antecessor, o patrono e sobre seu programa de trabalho.


“O trabalho que desenvolveu em Caxias lhe rendeu reconhecimentos diversos como a ordem do mérito Poeta Gonçalves Dias, título de sócio honorário da União Artística Operária Caxiense; diplomas de honra ao mérito e de pastor emérito da igreja presbiteriana de Caxias”, disse Jhonatan Almada a respeito do seu antecessor, o reverendo Silas Marques.

Pouco antes da posse, em entrevista a uma rádio da cidade, Jhonatan Almada explicou que as instituições culturais têm o papel de preservar a memória dos patronos que elas homenageiam, de preservar a produção cultural desenvolvida por eles e, também, servem para serem um farol, o apoio, o estímulo, a animação da cultura, das letras, das ciências e das artes. “Têm o sentido de eternidade, de buscar, de burlar a morte, o fim, por meio da instituição, do culto às letras”.

Obras

Entre as obras de Jhonatan Almada estão “Planejamento e desenvolvimento do Maranhão”, “Neiva Moreira, semeador de rebeldias”, “Ignácio Rangel, decifrador do Brasil”, “Políticas educacionais na América Latina”, “Alternância do poder no Maranhão”, “Dez anos da cassação de Jackson Lago”.

Fonte: Governo do Maranhão

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